sábado, 25 de junho de 2011

Ache sua própria árvore!

Sentada na varanda de sua casa Anita Leopoldü. Uma senhora de 60 anos, pensava e pensava sobre sua vida, sobre as coisas que fizera e faria, lembrou-se do triste episódio de sua vida, quando seu amado cão (tomy) fora morto por uma serpente, isso lá pela década de 60. Por vinte minutos ela deparou-se com o passado, a sua infância passou tão rápido e com elas boas e más lembranças ficaram em sua memória, assim, como toda criança ela tinha seus amigos imaginários seus trinta bonecos chamados pelo mesmo nome, sua fértil imaginação, mas, o que eu queria retratar nesse pequeno trecho da vida de Anita, é que, por mais que cresçamos. por mais que a nossa mente e corpo evoluam, seremos sempre crianças e bem crianças, quando ouvimos de alguém ' seu infantil' ou ' seu imaturo' qual a primeira imagem que nos vêm a mente? Isso! Uma doce criança, perfumada(aqueles perfumes quase sem fragância que as nossas mães cansaram de comprar). Está errado, não é nessa imagem que devemos pensar, devemos mentalizar nós mesmos vestidos de palhaços, porque quem nunca foi criança vive num circo de doidos que nunca provou da pura verdade, das manhãs mais gélidas dos dias mais floridos, Porque você não acha sua própria árvore? Ah tá! O tarzan já está ocupando? Que nada!
Seja você seu próprio jardineiro.

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